A importância do uso do preservativo parece estar sendo deixada de lado pelos jovens, em grande parte pelo avanço da medicina que produz medicamentos que possibilitam que pessoas portadoras do HIV – Sida, possam viver por muitos anos sem que a doença se manifeste.

Além de ser a melhor proteção contra o HIV, o uso de preservativos ainda protege o indivíduo de uma grande lista de doenças sexualmente transmissíveis, e ainda é a melhor forma de se evitar uma gravidez indesejada.

Sabia que a nomenclatura “DST” (Doenças Sexualmente Transmissíveis) foi substituída por “IST” (Infecções Sexualmente Transmissíveis) conforme atualização da estrutura regimental do Ministério da Saúde?

Leia abaixo os motivos que fazem com que o uso do preservativo seja cada vez mais importante, mesmo com a grande quantidade de medicamentos disponíveis no mercado.

Quando surgiu o preservativo?
Apesar de ter se tornado muito popular entre os anos 80 e 90, devido ao grande surto de casos de SIDA (Aids), os preservativos já são utilizados pelos homens há muito tempo.

Registos apontam que tanto no antigo Egito quanto no império romano os homens já utilizavam uma espécie de proteção feita em linho, pele e outros materiais animais e vegetais, como intestinos de cabras e cordeiros por exemplo.

Já por volta de 1690 na Inglaterra essa proteção recebeu o nome de condom, passando a ser produzida com intestinos de peixe e cordeiro, e sua lubrificação era feita com óleo de amêndoas.

O preservativo foi evoluindo com o passar dos séculos até a década de 1840, quando foram fabricados os primeiros preservativos de borracha, que segundo relatos eram muito caros e irregulares.

A fabricação de preservativos seguiu evoluindo ao longo dos anos, ganhando grande popularidade principalmente durante a segunda guerra mundial, principalmente pelo seu uso pelos soldados.

O seu uso seguiu num crescimento até os anos 60, quando surgiram as primeiras versões das pílulas anticoncepcionais. Essa novidade fez com que a camisinha caísse em cada vez mais desuso, até que a chegada da SIDA (Aids) fez com que seu uso voltasse a ser amplamente recomendado.

Método contraceptivo
O uso de preservativos ainda é o método contraceptivo mais barato e fácil de usar, uma vez que é os preços encontrados no mercado não são tão altos e sua colocação é bastante simples. A sua disponibilidade também é outra vantagem, já que podem ser adquiridos em qualquer Sex Shop, Farmácia, Parafarmácia ou Supermercados, enquanto as outras opções, como as pílulas, devem ser prescritas por um médico.

Métodos como DIU, diafragma, a camisinha feminina e a pílula anticoncepcional possuem um custo mais alto do que os preservativos, e muitas vezes sua colocação pode ser mais complicada, inclusive em alguns casos sendo necessário que o procedimento seja realizado por um ginecologista.

Ainda assim, estimativas apontam que mais de metade das mulheres utiliza a pílula anticoncepcional regularmente para evitar a gravidez, em vez dos preservativos.

No entanto, efeitos colaterais decorrentes do uso constante do medicamento têm surgido com frequência, inclusive com relatos de complicações mais graves.

No que diz respeito aos métodos contraceptivos, o preservativo ainda encontra, além da desinformação, a barreira das crenças religiosas, que em boa parte das religiões desestimulam e condenam o seu uso.

O uso do preservativo protege contra doenças sexualmente transmissíveis?
Mais uma vantagem que os preservativos possuem sobre os demais métodos utilizados para evitar a gravidez é a sua eficácia na proteção contra as doenças sexualmente transmissíveis.

As doenças transmitidas através do contato sexual entre parceiros infectados encontram nos preservativos a barreira mais efetiva, que impede sua transmissão de um parceiro para o outro.

Os demais métodos contraceptivos normalmente são colocados na região uterina, deixando as demais áreas da região genital totalmente desprotegidas, livres para que as bactérias causadoras de doenças como sífilis, clamídia e outras possam se instalar tranquilamente e desenvolver seus sintomas.

Muitas dessas doenças podem inclusive ser transmitidas de mãe para filho ainda durante o período gestacional. Algumas infeções sexualmente transmissíveis, se não tratadas corretamente, podem inclusive causar aborto ou até mesmo a morte do bebé logo nos primeiros dias após seu nascimento.

Posso ter alguma reação se utilizar um preservativo?
Não. Usar um preservativo não traz nenhum risco de reações ou efeitos colaterais. Casos de pessoas alérgicas ao látex utilizado em sua fabricação são extremamente raros.

Além disso hoje os fabricantes já colocam à disposição de quem possa ter algum tipo de alergia, variações do produto específicas para esses casos, com alterações em sua composição, por exemplo, substituindo o látex por poliuretano.

Conclusão
Mesmo cercada de mitos e questões religiosas, o uso do preservativo é cada vez mais importante, não apenas como proteção contra a SIDA (Aids), mas também como método contraceptivo e proteção contra todas as doenças sexualmente transmissíveis que conhecemos.

O fácil acesso garante que a grande parte das pessoas, homens ou mulheres, possam se beneficiar do seu uso e evitar desde uma gravidez indesejada até doenças como HPV e sífilis e as suas complicações.

Apesar de muitas pessoas afirmarem que não utilizam os preservativos porque diminuírem as suas sensações de prazer, os fabricantes têm colocado no mercado um número cada vez maior de opções para todos os gostos, fazendo com que essa justificativa não seja mais tão válida.

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